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Em alerta! Governo prorroga emergência para influenza aviária H5N1

Apesar de serem considerados raros, os casos em pessoas têm crescido no mundo

Flávia Requião
Por Flávia Requião
| Atualizada em
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Imagem ilustrativa - Foto: AFP

O governo de Jerônimo Rodrigues (PT) prorrogou, nesta quinta-feira, 13, o decreto que indica estado de emergência zoossanitária em todo território baiano, para fins de prevenção da Influenza Aviária H5N1, que tem afetado aves silvestres migratórias e de subsistência em alguns estados do Brasil.

Conforme o documento, a medida inicialmente foi estipulada em 2023 e agora se estenderá por mais seis meses.

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A Bahia faz parte de uma das principais rotas migratórias de aves silvestres que atravessam o continente. A Rota Nordeste Atlântica tem Mangue Seco, Baía de Todos-os-Santos, Cacha-Prego, Baía de Camamu, Barra Velha, Ilha da Coroa Vermelha, Corumbau e Ponta do Curral como lugares de agregação de aves.

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O primeiro caso registrado, no entanto, foi no Espírito Santo, em maio. Na Bahia, a primeira contaminação foi notificada no dia 17 de junho e, até o momento, mais três casos foram registrados. Todos em aves silvestres nas cidades de Caravelas (1), Alcobaça (1), Prado (1) e Porto Seguro (1).

Apesar das infecções por gripe aviária serem raras em pessoas, conforme indicam análises divulgadas pelo Ministério da Saúde, no ano passado, 61 casos humanos foram confirmados nos Estados Unidos, segundo o CDC, e apenas três não eram de pessoas que trabalham em granjas avícolas ou leiteiras. Outros países também já detectaram casos, como a Austrália.

Para haver contaminação é necessário um contato muito próximo entre o animal e o ser humano. Por isso as autoridades alertam que a população não manipule aves encontradas mortas ou debilitadas.

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Aves silvestres Bahia brasil Emergência Zoossanitária governo H5N1 Influenza Aviária Jerônimo Rodrigues prevenção saude animal

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