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NA BALA

Universidade mapeia 338 casos de violência durante campanha eleitoral

Cso mais recente foi o atentado ao prefeito de Taboão da Serra (SP), José Aprígio da Silva (Podemos), alvejado na sexta-feira, 18

Da Redação
Por Da Redação
O prefeito José Aprígio da Silva (Podemos), teve o carro alvejado em Taboão da Serra (SP)
O prefeito José Aprígio da Silva (Podemos), teve o carro alvejado em Taboão da Serra (SP) - Foto: Divulgação | Polícia Militar SP

O Observatório da Violência Política e Eleitoral da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Giel/Unirio) registrou 338 casos de violência política no Brasil durante a campanha eleitoral de 2024 entre os meses de julho a setembro.

Dentre os casos registrados, 88 constituem atentados, com 55 casos em que o alvo sobreviveu e 33 em que foi morto pelo agressor. O episódio mais recente foi o que vitimou o prefeito de Taboão da Serra (SP), José Aprígio da Silva (Podemos), atingido por tiros quando estava dentro de um carro nesta sexta-feira, 18.

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O levantamento integra o 19° Boletim do observatório e considera episódios de violência cometidos contra políticos com e sem mandato. Neste grupo, estão incluídos vereadores, prefeitos, secretários, governadores, candidatos e ex-ocupantes de cargos públicos. Casos de violência contra eleitores não são contabilizados.

Lideranças sem cargo representam a maior parte (166) dos alvos na campanha de 2024. E os grupos mais atingidos, segundo o levantamento, são homens (71%), pessoas entre 40 e 59 anos (52%) e com ensino superior (61%).

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Atentado Taboão da Serra Observatório Unirio violência política

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