NO RÉVEILLON
O que os ricaços em Trancoso pensam sobre a sucessão de Lula
Sentimento nas rodas de conversas é o mesmo em Angra dos Reis e em São Paulo

Por Yuri Abreu

Se os políticos tentam a todo custo adiar as discussões acerca das eleições a Presidência da República em 2026, os ricaços já tornaram realidade este debate que só deve trazer definições a partir de agosto, quando os partidos oficializam os nomes e fecham alianças.
Até então, entre os nomes lançados para a disputa ao Palácio do Planalto, em outubro, estão o presidente Lula (PT) — que deve concorrer à reeleição —, além do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que vai tentar herdar os votos do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso e inelegível.
Além dos dois principais nomes, ainda correm por fora os governadores de Minas Gerais (Romeu Zema), Goiás (Ronaldo Caiado), Rio Grande do Sul (Eduardo Leite) e Paraná (Ratinho Júnior).
Caminho errado
Na virada do ano, nas rodas de conversa dos endinheirados em destinos turísticos como Trancoso (Bahia) e Angra dos Reis (Rio de Janeiro), o sentimento era um só: o de que Flávio Bolsonaro não teria força para desbancar Lula.
A sensação era parecida entre os que debatiam o assunto nos festejos da elite financeira de São Paulo, conforme o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo.
Quem seria o nome?
Para esse grupo, a chance de Lula não atingir o seu quarto mandato à frente do Planalto seria maior se o candidato da base bolsonarista fosse o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Porém, o chefe do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, desanimou após Jair Bolsonaro escolher seu "filho 01" como presidenciável. Ainda assim, aliados seguem na articulação para manter vivo em Tarcísio o desejo de disputar o pleito.
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