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De genocídio a Abin: O que diz o despacho que livrou Bolsonaro de nova investigação

Procuradoria conclui que não há elementos mínimos para investigar ex-presidente

Ane Catarine
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| Atualizada em

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Ex-presidente Jair Bolsonaro
Ex-presidente Jair Bolsonaro - Foto: Sergio Lima / AFP

O Ministério Público Federal (MPF) arquivou a representação que pedia a abertura de investigação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e familiares por supostos crimes durante a pandemia de Covid-19 e por uso indevido da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). A decisão aponta ausência de elementos mínimos e falta de comprovação documental.

O despacho foi assinado pela procuradora da República, Luciana Furtado de Moraes, do Núcleo Criminal da Procuradoria da República, em Minas Gerais.

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De acordo com o documento, a denúncia teve origem em uma manifestação enviada por meio da Sala de Atendimento ao Cidadão do MPF.

A representação atribuía a Bolsonaro e à “família Bolsonaro” as seguintes acusações:

  • genocídio durante a pandemia de Covid-19;
  • envolvimento com milícias;
  • tráfico de drogas;
  • corrupção;
  • prática de “rachadinhas”;
  • envenenamento de autoridades;
  • atentados à ordem democrática;
  • uso indevido da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Ao analisar o caso, o MPF concluiu que não há justa causa para a instauração de investigação criminal. Segundo a procuradora, as informações apresentadas são “inespecíficas e genéricas”, sem prova documental mínima que sustente as acusações, além de se basearem em relatos pessoais e avaliações subjetivas.

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A decisão registra ainda que os fatos narrados já foram amplamente debatidos na esfera pública e objeto de investigações em diferentes instâncias institucionais, como o Supremo Tribunal Federal (STF), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Tribunal de Contas da União (TCU) e o próprio MPF.

O órgão informou que o caso foi arquivado, mas o autor da representação tem prazo de dez dias para recorrer. O processo tramita em sigilo a pedido do denunciante.

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Tags:

Agência Brasileira de Inteligência Covid-19 Jair Bolsonaro Ministério Público Federal pandemia

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