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Motta nega mudanças na lei antiterrorismo e defende PL Antifacção

PL Antifacção deve ser votado nesta terça-feira, 18

Redação
Por Redação
Presidente da Casa tem atuado diretamente para acelerar o debate e mobilizado esforços políticos para viabilizar o avanço da proposta
Presidente da Casa tem atuado diretamente para acelerar o debate e mobilizado esforços políticos para viabilizar o avanço da proposta - Foto: Lula Marques/Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), declarou que o PL Antifacção, que deve ser votado nesta terça-feira, 18, não altera a lei antiterrorismo e será a resposta mais dura do Congresso Nacional no combate ao crime organizado no Brasil.

"Nós não estamos mexendo na lei antiterrorismo, Não abrimos margem para a discussão acerca da soberania, do papel da Polícia Federal, nem também mexendo em outras leis. Estamos criando esse marco com penas duras, inclusive maiores do que as penas que tínhamos na lei antiterrorismo", disse em entrevista ao Estúdio i.

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O presidente da Casa tem atuado diretamente para acelerar o debate e mobilizado esforços políticos para viabilizar o avanço da proposta.

Nas semanas recentes, impasses em torno da proposta, que já chegou à quinta versão, impediram o avanço da votação. Nesta segunda, 17, o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, afirmou que a oposição continuará pressionando para que o projeto coloque o crime organizado no mesmo patamar dos grupos terroristas. A sigla também defende que a apreciação do texto ocorra apenas em dezembro.

O PT, por sua vez, rejeita o parecer apresentado pelo relator Derrite e articula para substituí-lo na função. Já o PSD defende que a discussão seja adiada para a próxima semana.

Segundo Motta, o PL Antifacção irá para pauta após o relator apresentar as últimas modificações do texto na reunião de líderes.

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Câmara dos Deputados hugo motta lei antiterrorismo PL Antifacção

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