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Milei avança com decreto contra imigração na Argentina

Estrangeiros poderão pagar por serviços públicos essenciais

Redação
Por Redação
Javier Milei, presidente da Argentina
Javier Milei, presidente da Argentina - Foto: Luis Robayo | AFP

A Argentina avançou no endurecimento das políticas contra a imigração no país. Um decreto divulgado pelo governo Javier Milei, nesta quarta-feira, 14, apresentou uma série de restrições, como a exigência de um seguro de saúde para os viajantes.

No comunicado, o governo pontuou que as novas regras visam garantir que os contribuintes sejam, de fato, os principais agraciados com os serviços públicos considerados essenciais. Com a medida, os estrengeiros poderão ter que pagar pelo acesso à saúde.

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"A Argentina, desde suas origens, sempre foi um país aberto ao mundo. No entanto, isso não pode dizer que os pagadores de impostos devam sofrer as consequências de estrangeiros que chegam unicamente para usar e abusar de recursos que não são seus. As facilidades extremas que até esta data existiam para entrar na Argentina fizeram com que, nos últimos 20 anos, 1,7 milhões de estrangeiros imigrassem de forma irregular no nosso território", diz trecho do comunicado.

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Outras medidas

O governo argentino ainda anunciou outras restrições, como a proibição da entrada de estrangeiros condenados, sob risco de deportação. Também poderá ser estabelecida a cobrança de cursos universitários para residentes.

A cidadania argentina só será concedida aos cidadãos que moram no país de maneira contínua por dois anos. Para viver na Argentina, os imigrantes precisarão ainda apresentar antecedentes criminais.

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Argentina Imigrantes Saúde

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