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CASO MARIELLE

Delegado preso é suspeito de receber R$ 400 mil para engavetar caso

Medida pretendia garantir impunidade aos irmãos Brazão

Da Redação
Por Da Redação
| Atualizada em
Ex-chefe da PC do RJ está na mira da PF desde 2019, um ano após a morte da parlamentar
Ex-chefe da PC do RJ está na mira da PF desde 2019, um ano após a morte da parlamentar - Foto: Fernando Frazão | Agência Brasil

As investigações que elucidaram o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), feitas pela Polícia Federal (PF), apontam que a participação do ex-delegado da Polícia Civil do RJ, Rivaldo Barbosa, no esquema criminoso objetivava garantir impunidade aos irmãos Brazão, Domingos e Chiquinho (União Brasil), deputado federal.

Rivaldo ainda é suspeito de receber uma propina no valor de R$ 400 mil para travar as investigações sobre o caso. "Foram trazidas suspeitas de suposta corrupção envolvendo servidores da Delegacia de Homicídios, especificamente sobre o então chefe da Polícia Civil, Rivaldo Barbosa, e servidores a ele relacionados, notadamente chefes da equipe de investigação da Delegacia de Homicídios", diz o documento.

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De acordo com a coluna Lauro Jardim, do jornal O Globo, o ex-chefe da PC do RJ está na mira da PF desde 2019, um ano após a morte da parlamentar e do motorista Anderson Gomes. Isso porque, o delegado da PF, Leandro Almada, hoje superintendente regional da PF no Rio, assinou um relatório reservado afirmando que Barbosa deveria ser investigado pelo MP-RJ (Ministério Público do Rio), pelo motivo descrito acima.

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assassinato Caso Marielle Franco corrupção investigações polícia federal propina

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