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CASO GUIMARÃES

Caixa fecha acordo com MPT e vai pagar R$ 10 mi por casos de assédio

Foram descobertos casos de assédio em 2022, cometidos pelo então presidente da Caixa, Pedro Guimarães

Da Redação
Por Da Redação
| Atualizada em
Os procuradores do banco preferiram resolver o imbróglio fechando o acordo com a multa de R$ 10 milhões com pagamento imediato para que o processo não se arrastasse
Os procuradores do banco preferiram resolver o imbróglio fechando o acordo com a multa de R$ 10 milhões com pagamento imediato para que o processo não se arrastasse - Foto: Raphael Muller I Ag. A Tarde

A Caixa Econômica Federal fechou um acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT) de R$ 10 milhões como multa para os casos de assédios sexual e moral cometidos pelo então presidente da empresa, Pedro Guimarães. A descoberta destes casos aconteceu em junho de 2022 e foi responsável pela queda de Guimarães do cargo.

Com a definição do valor, o processo com a Caixa foi encerrado. O MPT havia pedido inicialmente R$ 300 milhões de indenização ao banco por danos coletivos, pela omissão na apuração e como forma de punir pelos casos de assédio. Já a Pedro Guimarães, o MPT cobra indenização de R$ 30 milhões, mas nenhum acordo foi feito até o momento com o ex-presidente da Caixa.

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Leia mais: Caixa rejeitou denúncias contra Pedro Guimarães no início da pandemia

Os procuradores do banco preferiram resolver o imbróglio fechando o acordo com a multa de R$ 10 milhões com pagamento imediato para que o processo não se arrastasse e o valor não corresse o risco de ser maior. A Caixa se comprometeu ainda em combater o assédio dentro da empresa.

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