Busca interna do iBahia
HOME > POLÍCIA

POLÍCIA

Violência: médica é condenada por liderar grupo de tortura e extorsão

Caso é resultado da Operação Cruciatus, deflagrada em julho, que investigou sessão de tortura seguida de extorsão ocorrida em dezembro de 2024

Luan Julião
Por
Imagem ilustrativa da imagem Violência: médica é condenada por liderar grupo de tortura e extorsão
Foto: Reprodução / IDPB

Uma médica foi sentenciada a quase 20 anos de prisão pela Justiça de Rondônia após ser considerada a principal responsável por um esquema criminoso que resultou em tortura e extorsão. A condenação, que soma 19 anos, 6 meses e 10 dias, deverá ser cumprida em regime fechado e tem relação com um crime ocorrido em dezembro de 2024.

A decisão foi proferida no dia 19 de dezembro de 2025, pela 2ª Vara Criminal de Porto Velho, e também atingiu outros três envolvidos. O grupo foi investigado no âmbito da Operação Cruciatus, deflagrada em 25 de julho deste ano. Os réus foram condenados pelos crimes de tortura, extorsão qualificada e roubo majorado.

Tudo sobre Polícia em primeira mão! Compartilhar no Whatsapp Entre no canal do WhatsApp.

Conforme apontou o Ministério Público de Rondônia (MPRO), a vítima foi atraída ao local dos fatos sob um pretexto profissional. No local, passou por momentos de extremo sofrimento físico e psicológico, sendo submetida a ameaças de morte, privação de liberdade e até à simulação de disparo de arma de fogo. Parte da violência teria sido incentivada por meio de uma videochamada.

Leia Também:

POLÍCIA

Suspeito de estupro listado no Baralho do Crime Lilás é preso na Bahia
Suspeito de estupro listado no Baralho do Crime Lilás é preso na Bahia imagem

TENTATIVA DE HOMICÍDIO

Jovem é esfaqueado por homem bêbado durante festa de Natal em casa
Jovem é esfaqueado por homem bêbado durante festa de Natal em casa imagem

POLÍCIA

Desentendimento termina em assassinato no interior da Bahia
Desentendimento termina em assassinato no interior da Bahia imagem

Durante a ação criminosa, a vítima foi obrigada, sob grave ameaça, a assinar um documento que tinha como finalidade assegurar vantagem financeira indevida ao grupo. Além disso, teve o telefone celular roubado.

A sentença também determinou o pagamento de uma indenização mínima correspondente a dez salários mínimos, como forma de reparação pelos danos causados. Os acusados que já se encontravam presos seguirão custodiados, com o cumprimento do regime fixado pela Justiça.

Ainda segundo o MPRO, será solicitado o compartilhamento das provas com o Conselho Regional de Medicina (CRM), para que seja avaliada a abertura de um processo ético-disciplinar. Para o órgão, a conduta atribuída à médica é incompatível com os princípios que regem o exercício da profissão.

Siga o A TARDE no Google Notícias e receba os principais destaques do dia. Google Noticias Siga o A TARDE no Google Noticias

Compartilhe essa notícia com seus amigos

Compartilhar no Whatsapp Compartilhar no Facebook Compartilhar no Email

Tags

ética médica extorsão justiça Operação Cruciatus Rondônia tortura

Relacionadas

Mais lidas