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Traficante do CV suspeito de matar policial em Tancredo Neves morre em confronto

Conhecido como “Magnata”, suspeito reagiu à abordagem e foi baleado durante operação da Polícia Civil

Luan Julião
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Adailton Oliveira Rocha, de 55 anos, morto por disparo de arma de fogo
Adailton Oliveira Rocha, de 55 anos, morto por disparo de arma de fogo - Foto: Reprodução/TV Aratu

Uma ofensiva integrada da Polícia Civil resultou na localização de um dos suspeitos de envolvimento na morte do investigador Adailton Oliveira Rocha, nesta sexta-feira, 17, no bairro de Tancredo Neves, em Salvador. Conhecido pelo apelido de “Magnata”, o homem morreu após trocar tiros com os agentes.

A ofensiva mobilizou equipes de diferentes departamentos da corporação e contou com a presença do delegado-geral André Viana e do delegado-geral adjunto de operações, Jorge Figueiredo. Durante a ação, o suspeito tentou se esconder ao invadir uma casa na região, fazendo os moradores da residência reféns, onde passou a atirar contra os policiais, provocando o confronto.

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De acordo com a Polícia Civil, “Magnata” seria integrante da Comando Vermelho, organização com atuação no Rio de Janeiro. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado para uma unidade de saúde, mas não resistiu aos ferimentos. Uma pistola foi apreendida com o suspeito.

As investigações já identificaram outros envolvidos no crime, e as diligências continuam com o objetivo de localizar todos os participantes. A polícia reforça que a operação segue em andamento.

O delegado-geral André Viana afirmou que as ações serão mantidas com foco na responsabilização dos suspeitos. “Nosso objetivo seguirá de forma técnica e cirúrgica, que é retirar todos os envolvidos do convívio social e responsabilizá-los”, declarou.

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Participam das diligências equipes dos Departamentos de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de Polícia Metropolitana (Depom), de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco-LD), de Inteligência Policial (DIP), de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV), Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), Especializado de Investigações Criminais (Deic), além da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core).

Relembre o caso

O investigador da Polícia Civil da Bahia, Adailton Oliveira Rocha, de 55 anos, morreu após ser atingido por um disparo de arma de fogo durante uma diligência no bairro de Tancredo Neves, em Salvador, na terça-feira, 15.

O policial, que era lotado na 11ª Delegacia Territorial (DT/Tancredo Neves), unidade vinculada ao Departamento de Polícia Metropolitana (Depom), atuava em uma ação em campo quando foi baleado. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital Geral Roberto Santos, mas não resistiu aos ferimentos.

Após a morte do policial, a Polícia Civil iniciou uma operação para identificar e localizar os responsáveis pelo ataque. As ações mobilizaram equipes de diferentes departamentos especializados, incluindo o Departamento de Polícia Metropolitana (Depom), o Departamento de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), o Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), o Departamento de Inteligência Policial (DIP) e o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), além da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core).

O trabalho é realizado de forma integrada com a Polícia Militar, com reforço nas ações de inteligência e nas diligências em campo voltadas à elucidação do crime.

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Tags:

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