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Policial suspeito de ligação com facção criminosa volta a ser preso

Policial já havia sido citado em delação sobre a 2GO Bank, instituição investigada por movimentar recursos ilícitos.

Redação
Por Redação
Policial civil Cyllas Salerno Elia Junior
Policial civil Cyllas Salerno Elia Junior -

O nome do policial civil Cyllas Salerno Elia Junior já não é novidade nos bastidores das investigações sobre o Primeiro Comando da Capital (PCC). Acusado de movimentar recursos para a facção, ele já foi alvo de duas operações em 2024. Neste domingo, 14, voltou a ser preso, desta vez em um inquérito que apura golpes contra moradores do Jardim Pantanal, na Zona Leste de São Paulo.

Documentos de moradores teriam sido utilizados para a abertura de contas bancárias que serviam a esquemas de lavagem de dinheiro. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) confirmou que houve mandado de prisão temporária e buscas em cinco locais ligados ao caso, mas não revelou detalhes do crime investigado. A defesa do policial afirma que ele não tem envolvimento e classificou a medida como "desnecessária".

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Segundo o advogado Márcio Sayeg, Cyllas não foi surpreendido: apresentou-se voluntariamente na sede da Corregedoria da Polícia Civil, no centro da capital.

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No ano passado, o policial já havia sido apontado como figura central no funcionamento da 2GO Bank, instituição financeira mencionada em delação do empresário Vinicius Gritzbach, executado no Aeroporto de Guarulhos em novembro de 2024. A investigação revelou que a empresa era usada para ocultar recursos ilícitos e que Cyllas aparecia como sócio ao lado de dois integrantes do PCC: Rafael Maeda, o Japa, e Anselmo Santa Fausta, o Cara Preta, ambos mortos.

Pouco depois do assassinato de Gritzbach, Cyllas foi preso na Operação “Dólar Tai-pan”, que mirava organizações criminosas especializadas em enviar e receber capitais no exterior por meio de mecanismos de lavagem ligados ao tráfico e ao contrabando. Meses antes, já havia sido detido pela Operação Hydra, da Polícia Federal e do GAECO do Ministério Público de São Paulo.

A defesa reforça que a investigação atual não tem relação com o 2GO Bank e lembra que, nas duas detenções anteriores, o policial foi rapidamente liberado para responder em liberdade.

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