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Morre suspeito de participar da execução de delegado no litoral de SP

Ruy Ferraz foi morto a tiros no dia 15 de setembro em Praia Grande

Bernardo Rego
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Delegado aposentado Ruy Fontes foi alvo de uma emboscada
Delegado aposentado Ruy Fontes foi alvo de uma emboscada - Foto: Reprodução | Redes Sociais

Durante diligências feitas pelas polícias civil de São Paulo e do Paraná, um dos suspeitos de participar da execução do delegado aposentado, Ruy Ferraz Fontes, Umberto Alberto Gomes, de 39 anos, morreu em confronto com as forças de segurança que tentavam cumprir um mandado de prisão em seu desfavor nesta terça-feira, 30.

O anúncio foi feito pelo secretário da SSP-SP, Guilherme Derrite, junto com o atual delegado-geral da Polícia Civil, Artur Dian, nas redes sociais.

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"As diligências perduraram até hoje, e no momento da prisão, esse indivíduo preferiu entrar em confronto com os policiais aqui de São Paulo com o apoio dos policiais do Paraná e foi neutralizado... necessidade de neutralizá-lo para que os policiais saíssem bem", disse Dian.

Em nota, a Polícia Civil de SP também confirmou o fato. "Comunico que Umberto que estava procurado pelo DHPP [Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa] por ter tido participação na ação da Praia Grande entrou em confronto com equipe da polícia civil do Paraná e com equipe do DEIC [Departamento Estadual de Investigações Criminais] e morreu".

A Justiça tinha decretado a prisão temporária do acusado que estava foragido. Segundo a investigação foram encontradas digitais do suspeito numa segunda casa em Mongaguá usada pelos criminosos envolvidos no homicídio do delegado aposentado

"Um criminoso com passagens por roubo e organização criminosa foi identificado como possível atirador do assassinato do Dr. Ruy Ferraz Fontes. Ele fugiu para o Paraná, mas equipes da Polícia Civil o localizaram. Ele resistiu à prisão. Graças a Deus, nossos policiais estão bem", escreveu Guilherme Derrite, secretário da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), em suas redes sociais.

Relembre o crime

O ex-delegado-geral de São Paulo e atual secretário de Administração de Praia Grande, Ruy Ferraz Fontes, foi morto a tiros no dia 15 de setembro no litoral paulista.

Conhecido por sua atuação firme contra o crime organizado e considerado um dos principais inimigos do Primeiro Comando da Capital (PCC), ele foi executado quando dirigia um carro no bairro Nova Mirim, em Praia Grande.

Segundo a Polícia Militar, criminosos desceram de outro veículo e atiraram diversas vezes contra o carro de Fontes, que perdeu o controle da direção e morreu no local. O crime ocorreu por volta das 18h, na Avenida Dr. Roberto de Almeida Vinhas, próximo ao Fórum da cidade.

Além de Fontes, um homem e uma mulher que passavam pelo local foram atingidos pelos disparos. As vítimas receberam os primeiros socorros e foram encaminhadas para a UPA Quietude, sendo depois transferidas para o Hospital Municipal Irmã Dulce. De acordo com a prefeitura, ambos não correm risco de morte.

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Veja abaixo quem são os sete suspeitos identificados:

Felipe Avelino da Silva (foragido), conhecido no Primeiro Comando da Capital (PCC) como Mascherano, teve o DNA encontrado em um dos carros usados no crime;

Flávio Henrique Ferreira de Souza (foragido), de 24 anos, também teve o DNA encontrado em um dos carros;

Luis Antonio Rodrigues de Miranda (foragido) é procurado por suspeita de ter ordenado que uma mulher fosse buscar um dos fuzis usados no crime;

Willian Silva Marques - dono da casa em Praia Grande de onde teria saído um fuzil que pode ter sido usado no crime, se entregou à polícia no domingo (21);

Dahesly Oliveira Pires foi presa na quinta (18) por suspeita de ser a mulher que foi buscar o fuzil na Baixada Santista;

Luiz Henrique Santos Batista (preso), conhecido como Fofão, está envolvido, segundo a polícia, na logística da morte do ex-delegado. Ele teria dado carona para que um dos criminosos fugisse da cena do crime e foi preso na sexta (19);

Rafael Marcell Dias Simões (preso), conhecido como Jaguar, foi preso no sábado (20) após se entregar à polícia em São Vicente;

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