Busca interna do iBahia
HOME > POLÍCIA
Ouvir Compartilhar no Whatsapp Compartilhar no Facebook Compartilhar no X Compartilhar no Email

VIOLÊNCIA

Delegado fala sobre estupro coletivo de crianças em SP: "Sadismo"

Quatro adolescentes e um adulto estupraram duas crianças, de sete e 10 anos

Gustavo Nascimento
Por

Siga o A TARDE no Google

Google icon
Imagem ilustrativa da imagem Delegado fala sobre estupro coletivo de crianças em SP: "Sadismo"
- Foto: Divulgação | Polícia Civil de São Paulo

“Zoeira” foi o termo utilizado por Alessandro Martins dos Santos, de 21 anos, para definir o estupro coletivo contra duas crianças em São Paulo, segundo informações divulgadas pelo delegado Julio Geraldo, responsável pela investigação do caso. Alessandro foi o único adulto preso pelo crime, cometido também por outros quatro adolescentes.

O delegado Julio Geraldo, por sua vez, caracterizou a ação dos jovens como um “ato de sadismo”. Segundo a investigação, todos os envolvidos confessaram o crime, mas não demonstraram arrependimento quanto à violência contra as vítimas, que tinham sete e 10 anos de idade.

Tudo sobre Polícia em primeira mão!
Entre no canal do WhatsApp.

Leia Também:

O último dos menores investigados foi apreendido na manhã de segunda-feira, 4, no bairro Ermelino Matarazzo, na cidade de Guarulhos, durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão. Dos quatro adolescentes apreendidos, dois são irmãos e foram levados à delegacia pela mãe.

Enquanto isso, Alessandro foi preso no último sábado, 2, pela Guarda Municipal de Brejões, no interior da Bahia. Ele foi transferido para a capital paulista na terça-feira, 5, e foi ouvido pelas autoridades.

Alessandro Martins dos Santos, de 21 anos, único adulto envolvido no estupro coletivo de crianças em São Paulo
Alessandro Martins dos Santos, de 21 anos, único adulto envolvido no estupro coletivo de crianças em São Paulo | Foto: Reprodução | GCM de Brejões

Entenda o caso

No dia 21 de abril, as duas crianças foram atraídas para uma casa pelos quatro adolescentes e por Alessandro após serem convidadas para soltar pipa. Ao chegarem ao local, as duas foram abusadas sexualmente.

Alessandro tomou a iniciativa de gravar os abusos com o próprio celular e, posteriormente, pediu para um adolescente seguir com a filmagem, enviada pelo próprio Alessandro a um grupo de conversas no WhatsApp. Posteriormente, a gravação caiu nas redes sociais.

A partir da divulgação na internet, a irmã de uma das vítimas identificou a criança e registrou um boletim de ocorrência, no dia 24 de abril.

Crime filmado

Além dos membros do grupo, a polícia, por meio do Núcleo de Observação e Análise Digital (NOAD), também investiga mais de 70 perfis que compartilharam o vídeo do estupro coletivo.

As autoridades monitoram a divulgação das imagens desde o início da investigação e, caso se comprove o crime, os donos dos perfis podem responder pelo crime de divulgação e armazenamento de conteúdo de cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente, tipificado no artigo 241 A do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A pena pode variar de quatro a oito anos de prisão, além de uma multa.

Siga o A TARDE no Google Notícias e receba os principais destaques do dia.

Participe também do nosso canal no WhatsApp.

Compartilhe essa notícia com seus amigos

Compartilhar no Email Compartilhar no X Compartilhar no Facebook Compartilhar no Whatsapp

Tags:

estupro justiça São Paulo

Siga nossas redes

Siga nossas redes

Publicações Relacionadas

A tarde play
Play

Vídeo: três crianças vítimas de maus-tratos pela mãe são resgatadas em Pernambués

Play

VÍDEO: influenciador é baleado em briga na Estação Acesso Norte

Play

Vídeo: dois homens são presos e ponto de tráfico é desarticulado na Barra

Play

Loja tem prejuízo de R$ 27 mil após roubo de 48 celulares na Bahia

x