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Caso Thamiris: investigação ainda aguarda provas-chave do crime

Estão pendentes quebra de sigilo telefônico e análise de celulares

Redação
Por Redação
Menina Thamiris dos Santos Pereira
Menina Thamiris dos Santos Pereira - Foto: Reprodução/ Redes Sociais

A investigação sobre a morte da adolescente Thamiris dos Santos Pereira, de 14 anos, ainda não concluiu diligências consideradas fundamentais para o esclarecimento do crime, mesmo após o restabelecimento da prisão de um dos suspeitos.

Entre os procedimentos ainda em andamento estão a quebra de sigilo telefônico, a análise dos celulares apreendidos e o cruzamento de dados de estações rádio-base (ERBs).

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As medidas podem ajudar a reconstituir os passos dos envolvidos no dia em que a jovem foi vista pela última vez, após sair da escola em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

As diligências também foram citadas na decisão judicial que restabeleceu a prisão temporária de Rodrigo Faria Sena dos Santos, conhecido como “Farinha”. Os resultados desses levantamentos podem tanto reforçar a suspeita de participação no crime quanto afastar o envolvimento dele.

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Prisão restabelecida

Uma decisão liminar do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) determinou o retorno de Rodrigo à prisão. Ele é apontado pela investigação como responsável por atrair Thamiris para o chamado “tribunal do crime” e voltou a ser preso nesta semana.

Em nota, a Polícia Civil informou que realizou, durante o inquérito, “diligências essenciais de forma sigilosa” e que o procedimento foi encaminhado ao Poder Judiciário.

O que diz a defesa

Ao portal MASSA!, o advogado de Rodrigo, Frederico Augusto Loureiro, afirmou que a ausência dos resultados dessas diligências enfraquece os fundamentos da nova prisão temporária.

“A defesa entende que o Estado está utilizando a prisão como o meio mais rápido de atender ao clamor público. Contudo, tecnicamente, ela não se sustenta pelos seus próprios fundamentos, já que não atende aos critérios de imprescindibilidade, tampouco é possível constatar a presença do que a lei chama de fundadas razões”, afirmou.

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Caso Thamiris Lauro de Freitas Polícia Civil

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