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ALVO DE PROCESSO

Joelma enfrenta batalha judicial após polêmica com cruzeiro; entenda

Polêmica envolve o cruzeiro ‘Isso é Calypso em Alto Mar’

Edvaldo Sales
Por
Joelma
Joelma - Foto: Reprodução | Redes Sociais

A cantora Joelma está no centro de uma polêmica. Dessa vez, a artista enfrenta uma batalha judicial após a polêmica envolvendo o cruzeiro ‘Isso é Calypso em Alto Mar’. A ação teve início este ano.

Segundo a coluna Fábia Oliveira, do Metrópoles, Camila Sobral Pulise processou a cantora, a J. Music e a Sun7Live. Ela diz ter adquirido uma cabine no cruzeiro por R$ 4,7 mil.

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A mulher afirmou ter sido surpreendida com a notícia do cancelamento do cruzeiro e que fez contato com a Sun7Live, solicitando o cancelamento da compra, mas que o reembolso não foi feito.

Além disso, ela teria pedido indenizações que, somadas, chegam a R$ 55 mil. A autora também solicitou que o juízo determine que Joelma grave um DVD especial dedicado aos fãs afetados, além de que as rés se retratem em jornais e redes sociais pelo cancelamento do evento.

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Ainda de acordo com a coluna, a defesa de Joelma explicou que a J. Music é a empresa constituída para representar sua carreira e teria sido contratada pela Sun7Live para que fizesse três shows em um navio a ser escolhido pela contratante.

Segundo a artista, as responsabilidades referentes ao cruzeiro e evento não eram suas, mas da Sun7Live, que foi acusada por Joelma e a J. Music de descumprir, desde o início, o contrato, levando-as a rescindir o contrato, para evitar maiores danos para os fãs e até mesmo para a imagem da artista. Entre os descumprimentos, o não pagamento do cachê pelos shows teria sido um dos principais.

Joelma e a J. Music dizem que cabia à Sun7Live realizar o reembolso espontâneo dos fãs, incluindo, portanto, o caso de Camila. A artista e a empresa afirmam em sua defesa conjunta que não têm responsabilidade pelo prejuízo da fã e que todo o episódio é resultado da desídia da outra ré.

A cantora e a J. Music disseram também que Camila não viveu um abalo à sua esfera íntima por conta dos fatos que justificasse o pagamento de danos morais. Por fim, destacaram que outros processos, acerca dos mesmos fatos, terminaram com a sua absolvição e a condenação exclusiva da Sun7Live.

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