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MAIQUINIQUE

Prefeita de cidade baiana pode ser cassada ainda este mês

Valéria Silveira (PV) e o vice, Kaique Jardim (PSD), são acusados de abuso de poder político

Rodrigo Tardio
Por
Valéria Silveira (PV), prefeita de Maiquinique
Valéria Silveira (PV), prefeita de Maiquinique - Foto: Reprodução

O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu a cassação dos mandatos da prefeita de Maiquinique, Valéria Silveira (PV), e do vice, Kayque Jardim (PSD), após Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), a qual investiga suposto abuso de poder político nas eleições de 2024.

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O processo, que segue na Justiça Eleitoral de Macarani, já está em fase final, após serem apresentadas as alegações de acusação e defesa. Além da cassação dos diplomas, o órgão pede a declaração de inelegibilidade de Valéria Silveira e Kayque Jardim.

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O processo, sem prazo definido para a sentença, pode ter decisão anunciada ainda no mês de setembro.

Superfaturamento

Em julho deste ano, após graves indícios de fraude, desvio de recursos públicos e superfaturamento, que envolviam contratos, os quais somados ultrapassaram mais de R$ 3 milhões, a Justiça de Macarani tinha determinado a suspensão imediata de todos os contratos de locação de veículos e máquinas pesadas da Prefeitura, na gestão da prefeita, Valéria Silveira.

Em um destes contratos, estava o aluguel de um veículo por R$ 33 mil mensais, bem como adulterações nas notas fiscais.

A "GSG Transportes e Serviços de Itambé Ltda', a qual foi uma das contratadas, chegou a receber mais de R$ 823 mil entre janeiro e junho deste ano

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cassação Justiça Eleitoral Maiquinique Ministério Público Eleitoral Valéria Silveira

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