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Senado rejeita resolução para impedir ataques dos EUA a Venezuela

Votação foi feita em meio aos ataques dos EUA a barcos na costa venezuelana

Redação

Por Redação

07/11/2025 - 7:14 h
Navio de guerra dos EUA
Navio de guerra dos EUA -

Foi rejeitada na quinta-feira, 6, pelo Senado dos Estados Unidos, uma resolução que pode restringir o poder presidente dos Estados Unidos Donald Trump de realizar ataques militares contra a Venezuela sem autorização do Congresso. A decisão reforça a autonomia da Casa Branca em ações militares e mantém em aberto a possibilidade de ofensivas no país vizinho.

A proposta foi apresentada por um grupo bipartidário liderado pelos democratas Tim Kaine e Adam Schiff e pelo republicano Rand Paul. O texto exigia aprovação prévia do Congresso para qualquer ataque. No entanto, o Senado, controlado pelos republicanos, rejeitou a medida por 51 votos a 49.

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A votação ocorreu um dia após autoridades do governo informarem a parlamentares que Washington ainda não possui justificativa legal para bombardear o território venezuelano. Apesar disso, a Casa Branca mantém forte presença militar no Caribe, com aviões, navios e milhares de soldados.

Nos últimos meses, os Estados Unidos intensificaram operações na costa da Venezuela, o que levantou temores de uma escalada militar. Trump, que já admitiu ter autorizado a CIA a conduzir ações de inteligência no país, nega estar planejando ataques diretos, embora tenha feito declarações contraditórias sobre o tema.

Durante reuniões com senadores, o secretário de Estado, Marco Rubio, e o secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmaram que não há intenção de iniciar uma guerra. Mesmo assim, parlamentares de ambos os partidos expressaram preocupação com a falta de transparência sobre as operações, incluindo custos, objetivos e possíveis vítimas.

O senador democrata Mark Warner, membro do Comitê de Inteligência, destacou que a justificativa legal apresentada pelo governo “não menciona a Venezuela”. Já o deputado Adam Smith, do Comitê de Serviços Armados da Câmara, afirmou que “o presidente é conhecido por mudar de ideia rapidamente, o que torna a situação imprevisível”.

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