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OFENSIVA MILITAR

'Hostilidade ideológica'; Rússia critica EUA por ataque à Venezuela

Mais cedo, Trump afirmou que Nicolás Maduro e sua esposa foram capturados

Gustavo Nascimento

Por Gustavo Nascimento

03/01/2026 - 8:39 h
Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, e Vladimir Putin, presidente da Rússia, apertam as mãos como sinal de aliança entre os países
Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, e Vladimir Putin, presidente da Rússia, apertam as mãos como sinal de aliança entre os países -

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia publicou um comunicado na manhã deste sábado, 3, em que condena a ação militar dos Estados Unidos contra a Venezuela, afirmando que não havia justificativa para o ataque e que a "hostilidade ideológica" prevaleceu sobre a diplomacia.

"Na manhã de hoje, os Estados Unidos cometeram um ato de agressão armada contra a Venezuela. Isso é profundamente preocupante e condenável. A hostilidade ideológica triunfou sobre o pragmatismo dos negócios", destacou Moscou.

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Mais cedo, o presidente norte-americano Donald Trump afirmou que Nicolás Maduro e sua esposa foram capturados. O comunicado veio pouco depois de a Venezuela afirmar que havia sofrido uma "agressão militar" dos EUA após múltiplas explosões atingirem a capital, Caracas, e outras regiões do país durante a madrugada.

Diante da situação, o país declarou estado de emergência.

Repercussão internacional

A Espanha se ofereceu como negociadora para ajudar a encontrar uma solução pacífica na Venezuela, enquanto a Alemanha disse que observa a situação na Venezuela com grande preocupação. Um texto obtido pela agência de notícias Reuters afirma que o Ministério das Relações Exteriores alemão está em contato com a embaixada em Caracas e que uma equipe de crise se reunirá ainda neste sábado.

Já o Irã - forte aliado da Venezuela - classificou o ataque militar dos EUA como "uma violação flagrante” à soberania nacional e integridade territorial da Venezuela. Além disso, o Irã pediu que o Conselho de Segurança da ONU "aja imediatamente para interromper a agressão ilegal".

Por sua vez, o Governo Lula convocou uma reunião de emergência após o ataque, prevista para acontecer às 10h, no Itamaraty, segundo informações do jornalista Igor Gadelha. O presidente Lula (PT) deve participar da reunião de forma remota, já que está de férias na base da Marinha em Marambaia, no Rio de Janeiro.

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