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MANTÉM HEGEMONIA

Filipe Toledo é bicampeão mundial no Surf no WSL Finals

Ele superou o australiano Ethan Ewing duas vezes, em uma melhor de três baterias

Da Redação | Agência Brasil
Por Da Redação | Agência Brasil

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Bicampeão do campeonato de surf, Filipe Toledo
Bicampeão do campeonato de surf, Filipe Toledo - Foto: Thiago Diz | WSL

O brasileiro Filipe Toledo conquistou, neste sábado, 9, o bicampeonato mundial de surfe e confirmou o favoritismo na disputa. O torneio que levou ao pódio aconteceu em Lower Trestles, nos Estados Unidos, através da WSL Finals. Na oportunidade, ele superou o australiano Ethan Ewing duas vezes, em uma melhor de três baterias.

Com o resultado, Filipinho, como é conhecido está a um título de igualar o recordista brasileiro Gabriel Medina. A vitória de Toledo mantém a hegemonia do Brasil no principal circuito de surfe do planeta. .

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O WSL Finals reuniu os cinco melhores surfistas da temporada. Entre eles, dois brasileiros: Filipinho e o carioca João Chianca, o Chumbinho. Como chegou à Lower Trestles na liderança, o paulista não precisou disputar as baterias preliminares e foi direto para a final.

Chumbinho estreou derrotando o australiano Jack Robinson. Na soma das duas melhores notas que obteve na bateria, ele fez 15.33 pontos (8.33 e 7.00), contra 11.87 (6.00 e 5.87) do adversário. O carioca, porém, não resistiu a Ewing, que conseguiu notas 8.60 e 9.00 logo nas primeiras ondas e garantiu 17.60 de pontuação, ante 14.57 (6.67 e 7.90) do brasileiro. Chumbinho terminou a temporada em quarto lugar. Na sequência, Ewing alcançou um somatório de 17.10 (8.93 e 8.17) e deixou para trás o norte-americano Griffin Colapinto, que obteve 15.96 (8.23 e 7.73), avançando à decisão.

Na primeira bateria da final, Filipinho e Ewing travaram uma disputa equilibrada, com notas elevadas. Com duas manobras aéreas perfeitas, o brasileiro conseguiu um 9.00 e um 8.97, com 17.97 de somatória, um pouco superior aos 17.23 (8.73 e 8.50) do australiano, mas o suficiente para sair na frente no confronto.

A falta de ondas dificultou a vida dos surfistas, que levaram quase 20 minutos para começar a pontuar na bateria seguinte. Mesmo assim, Filipinho mostrou criatividade para buscar um 7.50 e colocar pressão em Ewing. O paulista também obteve um 6.77. O australiano até conseguiu a melhor pontuação da bateria (7.67), mas como a segunda melhor nota foi baixa (4.70), a somatória (12.37) ficou longe do paulista (14.27), que pôde, enfim, celebrar o título.

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filipe toledo surfe WSL

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