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Fábio Mota detalha reconstrução do Vitória e garante: “Não vamos cair”

Cartola fala de desafios, fortalecimento da base e que crê na permanência na elite

Marcello Góis
Por Marcello Góis

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Fábio Mota, presidente do Esporte Clube Vitória
Fábio Mota, presidente do Esporte Clube Vitória - Foto: Laura Vitória / Rádio Sociedade da Bahia

Em entrevista concedida a Rádio Sociedade, na manhã desta sexta-feira, 22, o presidente do Vitória, Fábio Mota, abordou temas que envolvem o presente e o futuro do clube. O dirigente falou sobre a instabilidade do time nas últimas temporadas, os desafios financeiros, estrutura, impacto da torcida e até o aumento dos custos no futebol brasileiro.

Reconstrução e instabilidade

Mota atribuiu as oscilações do Vitória a um processo de reconstrução iniciado ainda na Série C. Segundo ele, a constante troca de elencos e a limitação de recursos dificultaram a manutenção de uma base sólida. “O time da Série C era um, o da Série B foi outro, e o da Série A é completamente diferente. Quando você muda de elenco a cada ano, não tem como manter a continuidade”, afirmou.

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Garantia contra rebaixamento

Questionado por um ouvinte sobre o risco de queda, o presidente foi categórico: “Não, não vai cair”. Ele ressaltou que o Campeonato Brasileiro é decidido na reta final e se declarou destemido diante dos desafios. “Medo é um sentimento que eu não tenho. Se eu tivesse medo, não teria assumido o Vitória na Série C com R$ 600 milhões de dívidas”.

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Estrutura e investimentos

Fábio também destacou os avanços internos. Hoje, o clube conta com cerca de 27 milhões de reais de despesas mensais para manter seu funcionamento. Entre os profissionais contratados estão médicos, psicólogos, fisioterapeutas e nutricionistas.

Além disso, o Vitória ampliou a estrutura física: passou de seis campos em condições precárias para 12 em pleno uso, com manutenção especializada. O dirigente ainda ressaltou a importância do centro de formação, que abriga 189 jovens e atende aproximadamente 600 atletas da base, todos com alimentação garantida.

Torcida e impacto econômico

Mota diferenciou o verdadeiro torcedor de simpatizantes ao comentar pesquisas de torcida no país. Para ele, o que importa para os patrocinadores são números concretos, como sócios, vendas de camisas e média de público. “O torcedor do Vitória consome o produto. E isso faz diferença”, destacou.

Inflação no futebol

O presidente também alertou para o aumento dos custos no futebol brasileiro. Segundo ele, a valorização dos clubes, impulsionada pelas ligas e pelas casas de apostas, faz disparar os salários de jogadores e treinadores. “O jogador que ganhava R$ 10 mil, hoje quer R$ 100 mil. O treinador que ganhava R$ 100 mil, hoje quer R$ 500 mil. O futebol ficou muito caro”, disse.

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