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Do povo, o clamor: a festa para o Bahia no aeroporto rumo à Colômbia

Como foi a festa que recepcionou o elenco Tricolor para o embarque rumo à Colômbia contra o Atlético Nacional

Marina Branco e João Grassi

Por Marina Branco e João Grassi

12/05/2025 - 16:42 h

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Volta e meia, o aeroporto de Salvador se pinta de tricolor. Com bandeirões voando, gritos de força e lágrimas de amor, a torcida do pioneiro do Brasil na Libertadores vai até onde pode ir com seu time rumo aos desafios internacionais, deixando pelo caminho uma festa das mais bonitas, e a certeza de que, mesmo longe de casa, o Bahia nunca estará sozinho.

Foi assim quando o time viajou para a Bolívia contra o The Strongest, na pré-Libertadores, e foi assim novamente nesta segunda-feira, 12, quando a delegação desceu do ônibus rumo à Colômbia para enfrentar o Atlético Nacional e lutar pela vaga no mata-mata da competição.

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Ao som de gritos, tambores e do clássico “vai perceber que o Bahêa é, um time a mais de mil, e meu amor pelo Esquadrão, é o maior que já se viu”, o Bahia foi à Colômbia rodeado de garra, torcida, fé e amor. Foram quase 400 torcedores atendendo ao chamado para colorir a área de entrada dos jogadores de vermelho, azul e branco, guardados atrás de faixas da “torcida que ganha jogo”.

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| Foto: João Grassi

Entre eles, um se destacava. Sentado nos ombros do pai com uma camisa do Bahia de número 10, Miguel Cavalcante, de apenas oito anos, assistia à festa e se tornava parte dela. Hoje, nem mesmo para a escola ele foi, priorizando o apoio ao time que ama acima de qualquer coisa.

Na história de Miguel, a paixão veio de berço - o “pivete de aço” foi ensinado por seu pai, Janderson Cavalcante, a amar o Bahia acima de tudo, e viver os momentos mais importantes do time ao lado dele desde o primeiro evento no aeroporto antes da partida contra o The Strongest.

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| Foto: João Grassi

“Cara, eu não consigo explicar, é emocionante demais. Ele vê vídeos e vídeos da torcida organizada, carrega no peito. Eles só com 8 anos não conseguem imaginar. Eu com 30 anos vi o Bahia quase acabando, salário atrasado, devendo a funcionários e tudo. E é muito gratificante ser Bahia, é isso, ser Bahia, futebol traz isso. É amor, é paixão. E ser Bahia é gratificante demais”, se emocionou o pai do pequeno.

Se a tarde já seria inesquecível para a dupla por si só, o destino e Rogério Ceni quiseram tornar tudo ainda mais especial. Descendo ovacionado do ônibus, o professor do Bahia percebeu a presença de Miguel destacado na multidão, pedindo para tocar em suas mãos.

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| Foto: João Grassi

Ceni foi até ele, e não só segurou as mãos do pequeno, como o carregou no colo ao som de comemorações da torcida. No colo do técnico, Miguel chorou, abraçou e passou forças para o time que joga nesta quarta-feira, 14.

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De volta aos braços do pai, a voz chorosa só conseguia dizer que achou o abraço “muito emocionante”. Agora, o Bahia viaja para Medellín, na Colômbia, com a torcida e as expectativas do pequeno fã de Caio Alexandre, que apostou em um placar de 3 a 1 com gols de Erick Pulga, Lucho Rodríguez e Everton Ribeiro.

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