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Promotor fala de projeto que apoia alunos com deficiência na Bahia

Adriano Marques foi um dos convidados do programa Isso É Bahia da A TARDE FM

Bernardo Rego
Por Bernardo Rego
| Atualizada em
Coordenador do Ceduc, Adriano Marques
Coordenador do Ceduc, Adriano Marques - Foto: Reprodução

O Programa Isso É Bahia, da Rádio A TARDE FM (103,9), recebeu nesta terça-feira, 24, o promotor de Justiça e coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Educação do Ministério Público estadual (Ceduc), Adriano Marques, que falou a respeito do projeto comandado pelo MP para criar um ambiente inclusivo nas escolas baianas a partir da necessidade individual de cada aluno.

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O promotor ressaltou que esse é um projeto de vários caminhos e feitos a várias mãos. Esse projeto é um caminho, de vários caminhos que existem. O Ministério Público fomenta nos municípios que a gestão se organize em rede para atuar na inclusão escolar. Então, a gente trabalha com as secretarias municipais de saúde, de educação, de assistência social, para que esse passo a passo ele seja realizado", pontuou.

"A gente começa a implantação do projeto numa escola-piloto, com poucos alunos, poucos professores, para fazer que isso seja multiplicado pelo próprio município, então não é um pescar de bomba esse projeto, é bem artesanal, é bem gourmet", acrescentou.

Segundo Adriano, esse é um trabalho de muitas mãos e não uma corrida de 100 metros. "É um projeto que é para a vida toda. É um projeto de uma atuação cotidiana do promotor de justiça", salientou. O promotor esclareceu ainda a importância de sair do processo de sensibilização e ter empatia pelo problema e pela pessoa com deficiência que, segundo ele, muitas vezes só é notada quando atrapalha um aula ou cria um conflito.

Ainda de acordo com o coordenador do Ceduc, é importante estabelecer uma equipe multidisciplinar formada por psicólogo, pedagogo e assistente social a fim que o projeto tenha mais efetividade. Ele frisou ainda que é preciso criar uma rede de apoio para a família daquele aluno com deficiência que muitas vezes tem uma mãe-solo que precisa trabalhar, cuidar do filho e acompanhá-lo na escola, ou seja, está super sobrecarregada.

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Tags

Acessibilidade Bahia Educação educação inclusiva empatia Inclusão Escolar Ministério Público trabalho em equipe

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