Busca interna do iBahia
HOME > ECONOMIA
Ouvir Compartilhar no Whatsapp Compartilhar no Facebook Compartilhar no X Compartilhar no Email

EXPECTATIVA

Especialistas projetam queda da inflação e diminuição de juros em 2026

Diminuição, no entanto, não será suficiente para baratear financiamentos Diminuição, no entanto, não será suficiente para baratear financiamentos

Gustavo Nascimento

Por Gustavo Nascimento

18/12/2025 - 23:30 h

Siga o A TARDE no Google

Google icon
Queda na inflação não será suficiente para baratear financiamentos
Queda na inflação não será suficiente para baratear financiamentos -

Especialistas em economia e consultorias econômicas projetam uma queda na inflação em 2026 que será acompanhada por uma diminuição de até três pontos percentuais na taxa Selic, que hoje está em 15% ao ano.

Segundo estimativa do Boletim Focus do Banco Central, divulgada na última segunda-feira, 15, baseado na média das opiniões de 100 economistas, a Selic terminará o ano que vem em 12,13%.

Tudo sobre Economia em primeira mão!
Entre no canal do WhatsApp.

Na última ata do Copom (Comitê de Política Monetária), publicada na última terça-feira, 16, o Banco Central não deu pistas sobre quando os cortes começarão.

No entanto, as projeções apontam que os cortes não serão suficientes para baratear o financiamento de bens como veículos e imóveis. Além disso, a manutenção dos juros em patamares relativamente altos continuará favorecendo investimentos em renda fixa.

Financiamento em 2026

Para quem pensa em comprar uma casa ou um carro no próximo ano, a recomendação dos economistas é focar em dar o maior valor possível na entrada.

Mesmo com a projeção de queda, os juros do financiamento seguirão altos, o que encarece o custo total do imóvel ou do veículo no longo prazo também sobe. Dessa forma, quanto maior for a entrada, menor será o financiamento.

As quedas ou elevações na taxa Selic influenciam, principalmente, a concessão de crédito e serviços financeiros. Se os juros ainda estão elevados, as taxas cobradas em empréstimos pessoais, financiamentos imobiliários e de veículos, além de linhas de crédito para empresas, seguem caras.

Investimentos

Uma alternativa para lidar com a Selic alta é investir em renda fixa.

Investimentos remunerados pela taxa básica, como o Tesouro Selic, um título público, oferecem um retorno maior do que a poupança, por exemplo, que perde ainda mais competitividade.

Siga o A TARDE no Google Notícias e receba os principais destaques do dia.

Participe também do nosso canal no WhatsApp.

Compartilhe essa notícia com seus amigos

Compartilhar no Email Compartilhar no X Compartilhar no Facebook Compartilhar no Whatsapp

Tags:

economia Inflação Selic Taxa de Juros

Siga nossas redes

Siga nossas redes

Publicações Relacionadas

A tarde play
Queda na inflação não será suficiente para baratear financiamentos
Play

Esquecido pelo Senado, Super MEI ganha sobrevida e avança na Câmara

Queda na inflação não será suficiente para baratear financiamentos
Play

Deyvid Bacelar analisa impacto da guerra nos preços dos combustíveis na Bahia

Queda na inflação não será suficiente para baratear financiamentos
Play

Da fazenda à xícara, Igaraçu revela segredo por trás dos cafés especiais

Queda na inflação não será suficiente para baratear financiamentos
Play

SuperBahia tem expectativa de movimentar R$ 650 milhões

x