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EXPECTATIVA

Especialistas projetam queda da inflação e diminuição de juros em 2026

Diminuição, no entanto, não será suficiente para baratear financiamentos Diminuição, no entanto, não será suficiente para baratear financiamentos

Gustavo Nascimento
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Queda na inflação não será suficiente para baratear financiamentos
Queda na inflação não será suficiente para baratear financiamentos -

Especialistas em economia e consultorias econômicas projetam uma queda na inflação em 2026 que será acompanhada por uma diminuição de até três pontos percentuais na taxa Selic, que hoje está em 15% ao ano.

Segundo estimativa do Boletim Focus do Banco Central, divulgada na última segunda-feira, 15, baseado na média das opiniões de 100 economistas, a Selic terminará o ano que vem em 12,13%.

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Na última ata do Copom (Comitê de Política Monetária), publicada na última terça-feira, 16, o Banco Central não deu pistas sobre quando os cortes começarão.

No entanto, as projeções apontam que os cortes não serão suficientes para baratear o financiamento de bens como veículos e imóveis. Além disso, a manutenção dos juros em patamares relativamente altos continuará favorecendo investimentos em renda fixa.

Financiamento em 2026

Para quem pensa em comprar uma casa ou um carro no próximo ano, a recomendação dos economistas é focar em dar o maior valor possível na entrada.

Mesmo com a projeção de queda, os juros do financiamento seguirão altos, o que encarece o custo total do imóvel ou do veículo no longo prazo também sobe. Dessa forma, quanto maior for a entrada, menor será o financiamento.

As quedas ou elevações na taxa Selic influenciam, principalmente, a concessão de crédito e serviços financeiros. Se os juros ainda estão elevados, as taxas cobradas em empréstimos pessoais, financiamentos imobiliários e de veículos, além de linhas de crédito para empresas, seguem caras.

Investimentos

Uma alternativa para lidar com a Selic alta é investir em renda fixa.

Investimentos remunerados pela taxa básica, como o Tesouro Selic, um título público, oferecem um retorno maior do que a poupança, por exemplo, que perde ainda mais competitividade.

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Tags

economia Inflação Selic Taxa de Juros

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