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SEGURANÇA

Trégua entre CV e PCC? Governador e PM rebatem possível aliança

Possível união entre as duas facções criminosas CV e PCC teria sido aprovada pelos "chefões" na semana passada

Bruno Dias e Eduardo Dias I Portal Massa!
Por Bruno Dias e Eduardo Dias I Portal Massa!
| Atualizada em
Possível união entre as duas facções criminosas CV e PCC teria sido aprovada pelos "chefões" na semana passada
Possível união entre as duas facções criminosas CV e PCC teria sido aprovada pelos "chefões" na semana passada - Foto: Reprodução

Na última semana, surgiram especulações sobre uma possível aliança entre as facções criminosas Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC). Em meio a esses rumores, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), se pronunciou nesta segunda-feira, 17, sobre a suposta negociação de uma trégua entre os grupos rivais 'Tudo 2' e 'Tudo 3'.

Segundo o gestor, que marcou presença no evento de comemoração aos 200 anos da Polícia Militar da Bahia, no Quartel do Comando Geral, no Largo dos Aflitos, em Salvador, investimentos estão sendo feitos para fortalecer as autoridades com foco no combate às ações criminosas.

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"Fica um questionamento: eles estão se sentindo mais fortes e estão entrando em cooperação para atuar, ou eles estão se sentindo fragilizados, acuados por conta dos investimentos que o Brasil está fazendo? Então, todos nós, governadores, estamos investindo, criando as condições pra que as nossas polícias enfrentem da forma mais aguda possível", disse ao Grupo A TARDE.

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Jerônimo também afirmou que as leis precisam ser mais severas para que os bandidos ligados às facções sofram punições mais duras. "A chegada do governo federal, com a atuação do Ministério da Justiça, também traz a expectativa de que o regramento e a lei sejam revistos para quem comete crimes ligados a organizações criminosas. Crimes bárbaros, por exemplo, precisam ser avaliados e julgados de maneira mais digna e mais dura, sempre respeitando a Constituição e tratando das penas", comentou.

Coronel garantiu cerco fechado

O coronel do comando-geral da Polícia Militar da Bahia (PMBA), Paulo Coutinho, garantiu que a corporação irá 'bater o ponto' nas ruas para enfrentar qualquer ação orquestrada pelas facções criminosas.

"Vivemos uma situação no Brasil, especialmente na Bahia, que não existem muros entre divisas e fronteiras. É preciso estar atento e sempre manter as outras instituições próximas, no sentido de enfrentar um único inimigo: o crime, que afeta toda a sociedade. A Polícia Militar existe para defender essa sociedade", expressou ele, em entrevista ao A TARDE.

coronel do comando-geral da Polícia Militar da Bahia (PMBA), Paulo Coutinho
coronel do comando-geral da Polícia Militar da Bahia (PMBA), Paulo Coutinho - Foto: Eduardo Dias / Ag. A Tarde
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criminosas CV Facções PCC polícia militar pública Segurança

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